Ricardo Franzin

  • Datos biográficos

    Nació en 1976 en São Bernardo do Campo, Sao Paulo, Brasil

    Reside en São Paulo, Sao Paulo, Brasil

  • Formado em Artes Plásticas pela Escola Panamericana de Arte e Design, Ricardo Franzin mostrou sua inclinação e talento artístico desde cedo, aos 12 anos, cujos trabalhos eram fortemente influenciados por Monet e Mondrian. A combinação destes estilos estiveram presentes até a primeira série “Pele: Uma Jornada Dentro de Mim”, de 2015, cujas pinturas predominantemente vermelhas mesclavam formas orgânicas e gestuais com geométricas rígidas e matematicamente elaboradas. ​ No ano seguinte, seu estilo conceitual estava consolidado e une, até os dias atuais, o minimalismo, a abstração geométrica e uma cartela de cores restrita de pretos, brancos e cinzas com adições de cores quentes. Desde então, vida e morte – e o que há entre elas – estão presentes como tema em suas obras. Assim, o artista dá voz à trajetória humana sobre viver e morrer, e expõe a importância da atitude ou a falta dela, temática central da série “Fragmentos da Ausência não Sentida” (2016), que reúne acrílicas sobre tela, esculturas, arte digital, instalação e game para smartphones. Para a representação pictória dos dilemas humanos, Franzin procura nos materiais mais básicos, como papel, madeira e tela, o suporte perfeito para questionar, criticar e trazer à luz as ações do homem e como elas refletem na sociedade. O quadrado, continuamente e repetidamente utilizado de forma quase obsessiva, representa a busca humana pela razão, o aspecto terrestre da vida. Ao expandir suas dimensões, compartilha sua investigação pessoal sobre o "entre" e o inevitável conflito entre o certo e o errado. ​ Em julho de 2016, participou de sua primeira exposição coletiva, “Imigrações – Movimentos que Transformam”. No mesmo ano, foi selecionado para o 24o Salão de Artes Plásticas de Mococa (SP), 1o Salão de Artes Visuais de Navegantes, (SC), 1o Salão Coleção de Inverno Casa da Xiclet e recebeu menção honrosa no projeto de criatividade da marca Audi com a Escola Panamericana de Arte e Design. ​ Em 2017, foi convidado para ilustrar os e-books da Annapurna Life, onde retornou ao figurativo e pratica o estilo esporadicamente como exercício criativo. Neste ano, está focado na aquarela e na colagem, com a série “Cromossomos Como Somos”, cujas obras foram selecionadas para o 31o Salão de Artes Plásticas de Arceburgo (MG) e SAV Salão de Artes Visuais de Vinhedo (SP). ​ Exposições | Salões | Prêmios 2017 ​ PARTE Feira de Arte Contemporânea - J.B.Goldenberg Escritório de Arte - São Paulo Individual "Imigrantes Sem Fronteiras" - Curadoria: Blagodjo Dimitrov - Galeria Myllery - São Paulo 6o Salão FUNDARTE/Sesc de Arte 10 x 10 - Rio Grande do Sul (Menção Honrosa) SAV Salão de Artes Visuais de Vinhedo - São Paulo 1o Salão de Artes Visuais de Navegantes - Santa Catarina 31o Salão de Artes Plásticas de Arceburgo - Minas Gerais (Menção Honrosa) ​ 2016 ​ ​ 24o Salão de Artes Plásticas de Mococa - São Paulo 1o Salão Coleção de Inverno Casa da Xiclet - São Paulo Projeto Criatividade Audi / Panamericana - Lounge Audi – São Paulo (Menção Honrosa) Coletiva "Novos Talentos" - Escola Panamericana de Arte e Design - Curadoria: Claudio Tozzi Coletiva "Imigrações - Movimentos que Transformam" - Ponto Art Galeria - São Paulo