Cortesía de Galeria Millan (Sao Paulo)

Henrique Oliveira

  • Datos biográficos

    Nació en 1973 en Ourinhos, Sao Paulo, Brasil

    Reside en New York, Estados Unidos

  • Ourinhos / SP, 1973) Na forma de pinturas, esculturas ou instalações, a arte híbrida de Henrique Oliveira evoca o urbano e o natural, o orgânico e o estrutural, bem como a arte e a ciência, através de composições em que o inesperado gera um universo matizado com o fantástico. Tendo se graduado na Universidade de São Paulo em 1997, o artista explora a fluidez, a combinação e a cor dos materiais, o que dá às suas instalações uma certa qualidade pictórica. Oliveira muitas vezes toma emprestado materiais da paisagem urbana, notadamente tapumes, madeira retirada de cercas que contornam e bloqueiam o acesso a canteiros de obras. Ao utilizar esses materiais, as instalações de Oliveira destacam a natureza endêmica e parasitária das construções precárias de habitação que funcionam como uma metáfora para o crescimento orgânico, revelando assim a deterioração dinâmica presente nas cidades cosmopolitas e no tecido urbano em todo o mundo. Oliveira foi vencedor da terceira edição do Prêmio CNI SESI Marcantonio Vilaça (Brasil), em 2009. Realizou exposições individuais em espaços importantes, incluindo a Galeria Van de Weghe, Nova York, EUA (2017); Anexo Millan, São Paulo, Brasil (2016); Galerie Georges-Phillipe & Nathalie Vallois, Paris, França (2015); MAC-USP e Arthur Ross Gallery - Universidade da Pensilvânia, Filadélfia, EUA (2014); Palais de Tokyo, Paris, França e Boulder Museum of Contemporary Art, Boulder, EUA (2011) entre outros. O artista também participou de várias exposições coletivas, destacando as seguintes: The End of the World, Centro Pecci, Prato, Italy and The Other Side – Narratives of the Unconscious, Wilhelm Hack Museum, Ludwigshafen, Alemanha (2017); XIII Bienal de Cuenca: Impermanence, Equador (2016); Crafted: Object in Flux, Museum of Fine Arts, Boston, EUA (2015); Momento fecundo, Domínio de Chaumont-sur-Loire, Chaumont-sur-Loire, France (2014); Inside Out and from the Ground Up, Museum of Contemporary Art, Cleveland, EUA (2012); Art in Brazil (1950 - 2011), Palácio de Belas Artes, Bruxelas, Bélgica and Artists in Dialogue 2: Sandile Zulu and Henrique Oliveira, Smithsonian National Museum of African Art, Washington, EUA (2011); 29ª Bienal Internacional de São Paulo, São Paulo, Brazil (2010); Grito e Escuta, 7ª Bienal do Mercosul, Porto Alegre, Brazil (2009). Seus trabalhos estão incluídos em importantes coleções públicas, como a do Virginia Museum of Fine Arts, Richmond, EUA; Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro; Coleção Museu Afro-Brasil, São Paulo; Fundação Edson Queiroz - Universidade de Fortaleza; Centro Luigi Pecci per L'Arte Contemporanea, Prato, Itália; MAC-USP, São Paulo; Queensland Art Gallery / Gallery of Modern Art – Brisbane, Austrália, entre outros. * Texto extraído da Galería Millán (Sao Paulo) Henrique Oliveira, was born in Ourinhos, Brazil and received an MFA from São Paulo University. Since the mid-2000’s he has showed his work to a wide audience internationally. He has had recent solo exhibitions at Museu de Arte Contemporânea, São Paulo (2014); Palais de Tokyo, Paris (2013); Offenes Kulturhaus, Linz (2012); and Rice Gallery, Houston (2009). Notable group exhibitions include: The End of the World, Centro Pecci, Prato, Italy (2016); XIII Bienal de Cuenca, Ecuador (2016); Object in Flux, Boston Museum of Fine Arts (2015); Brasiliana: Installation from 1960 to the Present, Schirn Kunsthalle, Frankfurt (2013); Inside Out and from the Ground Up, Museum of Contemporary Art, Cleveland (2012); Sculpture is Everything, Queensland Gallery of Modern Art, Brisbane (2012); Artists in Dialogue 2: Sandile Zulu and Henrique Oliveira, Smithsonian National Museum of African Art, Washington, DC (2011); 29th Bienal de São Paulo (2010) and Something from Nothing at the Contemporary Arts Center, New Orleans (2008). Oliveira is best known for his sculptural works which take the form of free-standing pieces, wall-reliefs or immersive environments made from materials scavenged from construction sites: plywood, metal, foam, tree branches. He uses these to build organic structures evocative of tumors, exposed viscera, or various plant-life. These meticulously-built hybrid forms reference both nature and the environmental decay associated with societal waste. Oliveira expertly integrates these structures with adjacent architecture or ordinary objects, blurring the line between a sculpture and its surroundings to suggest a strange and new kind of life. * Text extracted of Van de Weghe Fine Art (New York)


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