Spectrum

É a poeira que torna o feixe de luz visível

  • ano depois, em Sines, os quatro fotógrafos da HÉLICE apresentam-se ao público numa exposição que, pela primeira vez, coloca em diálogo o modo como a experiência da técnica fotográfica invade o entendimento que fazem do mundo. No dia 12 de Maio de 2018, Duarte Amaral Netto, João Paulo Serafim, Rodrigo Tavarela Peixoto e Valter Ventura não lançarão um ataque planetário que vise contaminar o terreno fértil e luminoso da cidade de Sines. No entanto, ao reflectir sobre a espessura da luz e sobre a problemática da técnica, a fotografia destes quatro autores pode, caso o observador queira, contaminar os mecanismos da representação fotográfica. Por meio de vários jogos de experiência e demonstração, as obras apresentadas apontam para duas qualidades nucleares do dispositivo fotográfico: a verdade e a mimese. Através de um trabalho feito a oito mãos, o colectivo HÉLICE apresenta-nos uma proposta artística que se serve dos elementos físico-químicos para questionar o espectro. Pensa-se sobre a latitude da luz mas, sobretudo, sobre o modo como os dispositivos técnicos refractam a percepção que temos da imagem, tornada possível apenas pelos lugares assinalados pelo visível. De que outra ferramenta técnica precisará o fotógrafo senão da luz?

  • Dónde

    CCEN - Centro Cultural Emmerico Nunes / Sines, Setubal, Portugal
  • Inauguración

    12 may de 2018  /  17:00

  • Artistas que participan en É a poeira que torna o feixe de luz visível



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